sábado, 5 de abril de 2014

O homem vitruviano

Homem vitruviano (ou homem de Vitrúvio) é um conceito apresentado na obra Os dez livros da arquitetura, escrita pelo arquiteto romano Marco Vitruvio Polião, do qual o conceito herda no nome. O conceito é considerado um cârone das proporções do corpo humano, segundo um determinado raciocínio matemático e baseando-se, em parte, na proporção áurea. Desta forma, o homem descrito por Vitrúvio apresenta-se como um modelo ideal para o ser humano, cujas proporções são perfeitas, segundo o ideal clássico de beleza.
Originalmente, Vitrúvio apresentou o cânone tanto de forma textual (descrevendo cada proporção e suas relações) quanto através de desenhos. Porém, à medida que os documentos originais perdiam-se e a obra passava a ser copiada durante a Idade Média, a descrição gráfica se perdeu. Desta forma, com a redescoberta dos textos clássicos durante o Renascimento, uma série de artistasarquitetos e tratadistas dispuseram-se a interpretar os textos vitruvianos a fim de produzir novas representações gráficas. 
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Homem_vitruviano  
Entregue por: Douglas Bernardes 
  
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sexta-feira, 4 de abril de 2014

"A Primavera" de Sandro Botticelli - Análise da obra

A Primavera, obra também conhecida como Alegoria da Primavera é um quadro de Sandro Botticelli que utiliza a técnica de têmpera sobre madeira. Pintado cerca de 1482, mede 205 cm x 314 cm.
A história da obra não é muito conhecida; parece ter sido encomendada por um membro da família Médicis. É provável que Botticelli se tenha inspirado nas odes de Ângelo Poliziano para realizar esta obra. As outras fontes são da Antiguidade: os "Faustos" de Ovidio e "De rerum natura" de Tito Lucrécio. Desde 1919 a pintura faz parte da colecção da Galeria Uffizi, em Florença, Itália.
O quadro representa e festeja a chegada da Primavera. No meio do bosque de laranjeiras Vénus, a deusa do Amor, surge num prado, por cima do qual o seu filho Eros atira as flechas de amor, com os olhos vendados. Soberana do bosque, Vénus encontra-se um pouco atrás. A atitude e o movimento das personagens demonstram uma harmoniosa unidade entre o homem e a natureza. Por cima de Vénus, as laranjeiras fecham-se em semicírculo, como uma auréola que circunda a deusa, principal personagem do quadro.
O lirismo também terá servido de inspiração a Botticelli e assim, surge a divindade de Zéfiro, brisa que banha as planícies de orvalho, as cobre de doces perfumes e veste a terra de inúmeras flores. Esta personagem está representada à direita do quadro sob a forma de um ser alado, azul esverdeado. É Zéfiro que persegue uma ninfa com vestes transparentes (Clóris) que olha para o deus com horror. Da sua boca caem flores e misturam-se com as que decoram o vestido de uma outra personagem que avança ao lado dela. Esta nova personagem tira do regaço um punhado de rosas que coloca no jardim.
Do lado esquerdo, vemos as Três Graças (Aglaia, Tália e Eufrósina), que representam a beleza, a castidade e a sensualidade, dançando numa roda cheia de encanto. A seguir está Mercúrio, o mensageiro dos deuses, que fecha o quadro à esquerda. É reconhecido pelas suas sandálias aladas e o caduceu que tem na mão direita. A presença do sabre que Mercúrio transporta, demonstra a sua função de guardião do bosque.
Esta obra destaca-se tanto pelo seu realismo que encontramos nas figuras e também no estudo detalhado da anatomia, como pelo seu naturalismo; é também um claro exemplo de retrato. No quadro poderão estar representandas algumas figuras importantes da época: a Graça da direita é Catarina Sforza, a Graça do meio poderá ser Semiramide Appiani, esposa de Lourenço o Popolano que está representado como Mercúrio, (alguns autores referem que é Juliano de Médicis quem aparece representado como Mercúrio) esta Graça olha fixamente para o seu marido (Mercúrio). Tem sido proposto que o modelo de Vénus foi Simonetta Vespucci, musa de Sandro Botticelli.
 




 
 
Primavera (Sandro Botticelli):
 
 
Autor: Sandro Botticelli.
 
Envio da matéria a seguir: Márcio Honorato
 
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sexta-feira, 14 de março de 2014

quinta-feira, 13 de março de 2014

A vida antes e depois do Renascimento

Antes do Renascimento, artistas, como pintores, escultores, músicos, escritores, entre outros, sobreviviam através de financiamento de alguns mecenas. Esses mecenas eram os comerciantes que fizeram riquezas e acumularam fortunas, com a ampliação do comércio e a diversificação dos produtos de consumo na Europa, graças as conquistas marítimas e o contato mercantil. Os mecenas incentivaram as artes, o realismo e a representação dos objetos, pessoas e paisagens, tornando as imagens mais familiares. Alguns artistas sobreviviam de outras atuações de seu currículo. Após o Renascimento, que teve início na Itália e que foi um período onde o homem passa a ter uma nova visão de mundo, o antropocentrismo, os artistas começaram a fazer grande sucesso. Leonardo da Vinci, com a tela “Mona Lisa” ou “Gioconda” , Sandro Botticelli, com a tela “O Nascimento de Venus”, Donatello, que é autor do quadro “São Jorge e Gattamelata”, entre outros grandes artistas, como Willian Shakespeare e Miguel de Cervantes com destaque na ciência. Portanto, o Renascimento foi o grande motivo para a expressão e conhecimento dos artistas , expondo suas opiniões através da arte.



Créditos: César Augusto Ramos.


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[NOTA] De volta aos trabalhos !!

Olá amigos! Através dessa postagem anunciamos que estamos de volta ao trabalho! 
Depois de alguns meses de inatividade estaremos novamente postando nossos conteúdos escolares. Agora no 1º Ano do Ensino Médio, iremos apresentar diversos assuntos, fatos históricos, e acontecimentos que estão presentes no nosso dia-a-dia, é isso, espero que nos envie seus comentários para analisarmos e se possível implantar nas futuras postagens. 

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